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Cultura local de cuidado.

Movimento em prol de um bairro melhor.

25 maio, 2015

Infratores de diferentes tipos atacam pedestres e ciclistas

A diferença está nos instrumentos usados pelos infratores

Em Jardim Sulacap, os cadeirantes, pedestres e ciclistas estão sujeitos aos ataques cruéis de diferentes tipos de infratores. Muitos moradores estão sujeitos aos ataques até dos vizinhos de dentro do bairro ou ainda da mesma rua.
Fonte: http://globotv.globo.com.
Assim como os infratores mais cruéis esfaqueiam suas vítimas sem dó e piedade em diferentes bairros do Rio, muitos são os motoristas infratores que, em Jardim Sulacap, também sem dó e piedade expõem os cadeirantes, pedestres e ciclistas ao risco de vida quando colocam seus carros nas calçadas em vez de colocar no lugar próprio. Quando andam em alta velocidade na ciclovia (ainda) compartilhada em vez de reduzir a velocidade do carro de forma compatível com segurança dos mais frágeis do trânsito. Há aquele motorista que avança o sinal e acelera o carro quando o pedestre atravessa a rua.
O que muda são os instrumentos usados pelos infratores para os golpes. Enquanto uns empunham seus facões, outros usam seus carros como arma mortal. Eles não estão nem aí para a vida alheia. E tudo com a certeza da impunidade. É espantoso, mas muitos moradores convivem passivamente bem com essa dura realidade. 
A impunidade, a falta de educação baseada em valores sustentáveis, a falta de bons exemplos dos pais ou responsáveis contribuem para explicar a escalada da crueldade que o Rio de Janeiro está enfrentando atualmente.
De fato, temos que nos esforçar para que nossas crianças e jovens não tenham dificuldade de se colocar no lugar do outro, de se identificar com a dor alheia (sejam eles cadeirantes, pedestres, ciclistas, motociclistas, motoristas).

Junte-se a nós!

A JSBS contribui com informações e também gera conteúdo que educa, disciplina, orienta, sensibiliza as pessoas para agir em favor da própria vida e da vida alheia.


Ataques aos pedestres e ciclistas

Os bairros precisam de modelos de boas atitudes para inspirar e promover mudanças concretas

No Rio, infratores não estão dando chance às suas vítimas. Além de levar os bens (bicicleta, celular, joia, liberdade de ir e vir, o respeito, a dignidade), os criminosos também querem as vidas das suas vítimas. O que está acontecendo em outros bairros também pode acontecer em Jardim Sulacap. 

Fonte: http://noticias.uol.com.br
 Segundo os especialistas, os ataques contra os pedestres e ciclistas cada vez mais cruéis e impiedosos não pode ser atribuído só aos infratores que tem problemas mentais, mas também aos transgressores que aprenderam com os modelos de vida – estilos insustentáveis - do ambiente onde vivem e convivem (O Globo, 24/5/2015, p. 19).
É uma questão de valores. Sem incorporar valores às nossas ações vamos contribuir muito para uma cidade desumana. Em diversos bairros da cidade, a vida alheia é desvalorizada, o desrespeito ao próximo é valorizado, assim como a desobediências às regras mais básicas de convivência é valorizada.
Na verdade, fazer uso de palavras para educar e orientar os outros e não praticá-las é sim uma grande insensatez. Os pequenos não aprendem de forma eficaz só com palavras, mas sim da forma como nos observam a fazer as coisas e nas atitudes que temos no dia-a-dia da nossa vida. Num ambiente onde a violência reina, onde o estilo de vida inspirador é de quem é o mais violento, poderoso, temido e, ao mesmo tempo, o mais injusto e encrespado que adora ostentar sua riqueza, as crianças tendem a imitá-lo.
A impunidade, a falta de educação baseada em valores sustentáveis, a falta de bons exemplos dos pais ou responsáveis contribuem para explicar a escalada da desumanidade que o Rio de Janeiro está enfrentando atualmente.
Uma cidade-bairro que se diz inteligente, deseja até disputar o título de inteligente, tem que provar com boas ações e atitudes que, efetivamente, evitam ou amenizam os impactos negativos. 
Numa sociedade organizada, grupos de empresas, setores do governo, grupos de instituições de ensino, grupos de igrejas, ONGs, associações, grupos de moradores, devem estar atentos para essas questões e agir.
Temos que trabalhar muito e constantemente para que os pequenos não tenham dificuldade de se colocar no lugar do outro, de se identificar com a dor alheia (sejam eles cadeirantes, pedestres, ciclistas, motociclistas, motoristas). Temos que criar possibilidades para que as crianças encontrem bons exemplos de atitudes em toda parte, seja em casa, na escola, na rua.

O momento é agora. Quem quiser se candidatar à vaga de modelo de atitudes positivas para inspirar e promover mudanças nos outros, por favor, pode se manisfestar por mensagens ao blog e deve se manisfestar muito mais com atitudes que sustentam os valores que salvam, seja em casa, na escola, na universidade, no trabalho ou na rua.

A JSBS fornece não só informações, mas também gera conteúdo que educa, disciplina, orienta, sensibiliza as pessoas para agir em favor da própria vida e da vida alheia.

22 maio, 2015

Falar numa só Voz. Numa união de vozes pela vida!

Não deixem derrubar a sua consciência socioambiental. 

O bairro ganha importância quando fala firmemente a uma só voz. Quando o interesse está abertamente definido e é vigorosamente defendido. Queremos ajudar a dar voz à sociedade e a natureza. 
Ninguém vive só. Por isso, a JSBS não atua sozinho. Tantas outras partes individuais – pessoas de diferentes áreas se completam – formando o coletivo. Se quisermos superar as adversidades, o esforço conjunto de todos os grupos da sociedade (órgãos do governo, empresas, instituições de ensino, associações, igrejas, grupos de moradores) é fundamental.
Mas, como falar de integração ou de coesão social em um lugar onde não há consenso sobre um assunto. Onde o desrespeito ao próximo (pedestres e ciclistas, por exemplo) e a desobediência às leis (de trânsito, por exemplo) são fáceis de verificar nas ruas.
Atitudes de desrespeito ao outro e de degradação ambiental não gera confiança. Atitudes despreocupadas com a questão ambiental não torna ninguém um ser amigável e confiável para quem tem consciência socioambiental, pois sabe que dependemos uns dos outros e também de todos os serviços prestados pela natureza.
Agora, vamos imaginar um mundo em que cada morador se sente fortalecido e pode desempenhar um papel ativo na sua vizinhança. Onde a maioria das pessoas é amigável e confiável. Isso é bom até para o coração. Imagine se todo mundo confiasse e sentisse sob os cuidados do governo local.
Deste modo, todas as ações humanas que buscam aumentar o bem-estar dos moradores e, ao mesmo tempo, conservar o ambiente deve:
  • reconhecer o valor das áreas verdes, da biodiversidade e seus serviços prestados para as condições de vida das pessoas;
  • demonstrar estes valores à sociedade; e
  • capturar e considerar os valores nas decisões.

Não deixem derrubar a sua consciência socioambiental como derrubam facilmente árvores ou matas, sem dó e piedade.
O desenvolvimento sustentável passa pela conscientização das pessoas. Assim, todos devem contribuir para aumentar a consciência crítica da sociedade.
Estamos sim conectados, juntos e misturadosMas a iniciativa sabe muito bem o que defende.
A iniciativa JSBS, além de informar, ajuda com conteúdo para aumentar consciência sobre os impactos negativos, realiza campanhas para sensibilizar e motivar pessoas para questões socioambientais como respeito ao próximo, conservação das praças e do Parque da Pedra Branca, uso consciente do automóvel e economia de recursos, para o bem comum das gerações de agora e do futuro.

Una a sua voz com a voz da JSBS para que mais e mais cidadãos conscientes e responsáveis vivam em harmonia com os outros e com o meio ambiente.