(21)99125-6012

Grupo que dá vida à sustentabilidade.

Não tem mágica, são pessoas trabalhando bem em conjunto.

Imagine o futuro que você quer.

Promova possibilidades positivas.

Cultura local de cuidado.

Movimento em prol de um bairro melhor.

30 julho, 2015

Bairro-Jardim

A terceira alternativa

"... cidade e campo devem estar casados, e dessa feliz união nascerá uma nova esperança, uma nova vida, uma nova civilização" (Ebenezer Howard).


Nos anos de 1940, mais precisamente em abril de 1947, o relatório da Sul América informava que tinha sido tomadas todas as providências para executar o projeto de urbanização do Jardim Sulacap e, assim, surgiria um modelo de bairro-jardim nos Afonsos.
O movimento de cidade-jardim de Ebenezer Howard surgiu em resposta aos problemas urbanos e rurais no fim do século 19, para melhoria da qualidade de vida.


A ideia era unir e harmonizar os benefícios da cidade e os benefícios do campo. Além dos serviços públicos, como iluminação pública, água encanada, coleta resíduos, transporte, pavimentação e calçadas, o bairro jardim traria a vantagem de gerar belas paisagens, sombra, oxigênio, amenizar calor, reduzir poluição do ar e alagamentos, entre outros benefícios dos serviços ambientais fornecidos pela natureza. 


As áreas verdes, junto às casas com quintais produtivos, deveriam ter hortas, além de uma área agrícola ao redor deveria abastecer a comunidade, absorver os resíduos urbanos e limitar o crescimento urbano, mantendo a escala humana. 
Mas o golpe de mestre de Howard veio em suas sugestões para a gestão da cidade-jardim. A comunidade deveria ser autossustentável, autogestionária e autorganizadas.

  • Cinturão verde ao redor
  • Harmonia entre a natureza e os ambientes construídos. A cada dois ou três quarteirões, uma praça, tais como:
(1) Praça do Pardinho (Pastor José L. de Lacerda); (2) Pça. Fazenda dos Afonsos; (3) Pça. Sulacap; (4) Pça. Quincas Borba; (5) Pça. H (dos Esportes); (6) Pça. Mário Saraiva; (7) Pça. Nuno Roland; (8) Pça. do "U" (entre Av. Alberico Diniz, Rua Severino Vieira e Rua José Sardinha); (9) Pça. da Rua 5(entre as ruas Brás do Amaral, Comandante Estanislau e Pacheco de Oliveira); (10) Pça. da Rua 24 (entre a Rua Teodoro Sampaio e Mota Maia); (11) Praça Dom Hélder Câmara; (12) Pça entre Av. Marechal Fontenelle, R. Lopes de Abreu e R. Pacífico Pereira; (13) Pça. Pedro Teixeira Mazzoleni (Av. Mal Fontenelle); (14) Pça entre R. João da Costa e R.26 (15) Pça. Sem nome entre R. Brás do Amaral e Euzébio de Almeida e (16) Pça. da Rua José Sardinha.


  • Ruas largas. As ruas e calçadas largas, como a do centro comercial, privilegia o pedestre e facilita as entregas de mercadorias. Já as ruas residenciais permitem conservar a calma e a paz necessária. Além disso, há ruas sem saída com sistema cul de sac (arredondamento no fim da rua) na parte da Fazenda dos Afonsos (“loteamento”). 
  • Serviços ambientais. Arborização nas vias fornece sensação de ambiente natural e propicia uma melhor qualidade do ambiente com um agradável visual e beleza estética, valorizando e caracterizando o local. 




  • Centro do Jardim Sulacap: tudo num só lugar. O centro de bairro mistura moradias, locais de trabalho, comércio, cultura, esporte, lazer, recreação, além da natureza da Praça Mário Saraiva. Isso contribui para vitalidade urbana no bairro.



  • Infraestrutura e serviços básicos. Do total, 93,3% da população são atendidos com serviço regular de água; 99,99% tem coleta de lixo; 100% tem acesso a energia elétrica (IBGE, 2010).
  • Qualidade de vida. Segundo IBGE de 2010, a expectativa de vida é elevada, 80 anos. 
  • Diversidade. Vários tipos de casas para diferentes classes sociais é outro princípio que podemos observar. 


Advocacy para defender a nossa causa
Defendemos o bairro resiliente e mais sustentável no fundo do coração. Pois o que fazemos, o que criamos, é limitado somente pela nossa criatividade e pelo ponto até onde nos permitimos acreditar que tudo é possível. 
Mas, além da nossa fé na sustentabilidade, há instrumentos legais e vitais para proteger o nosso bairro, como a Nova Carta de Atenas de 2003, a Agenda 21 local, o Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257) e o Plano Diretor de Desenvolvimento Sustentável do Município do Rio de Janeiro.
A Lei nº 10.257 de 10/07/2001, que tem objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade. No artigo 2º, § I, garante o direito a cidades sustentáveis, "entendido como direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações".
A Lei Complementar nº 111, de 2011, institui o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Sustentável do Município do Rio de Janeiro. 
Aliar o desenvolvimento econômico-social com a proteção, conservação, valorização e recuperação do meio ambiente e do patrimônio natural, cultural e paisagístico é também o objetivo do Plano Diretor, bem como promover o uso racional dos recursos naturais (art. 160).
A Norma ISO 14001:2015 propõe um modelo de gestão que pretende ser ambientalemente responsável, comprometido com a prevenção ou mitigação dos impactos ambientais adversos, baseado no ciclo de melhoria contínua. 


Referências

ANDRADE, Lisa Maria Sousa de. O conceito de cidades-jardins: uma adaptação para as cidades sustentáveisDisponível em: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/04.042/637.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. Introdução  à ABNT NBR ISO 14001:2015. ABNT, 2015.
HOWARD, Ebenezer. Cidade-jardins de amanhã. [Introd. Dacio A.B. Ottoni; trad. Marco Lagonegro] São Paulo, Hucitec, 2002. Disponível em: http://books.google.com.br/books?id=aTjH3-4qUwkC&pg=PA37&hl=pt-BR&source=gbs_toc_r&cad=4#v=onepage&q&f=false. Acesso: 10/08/2012.
URBANIDADES. Ebenezer Howard e a cidade-jardim. Disponível em: http://urbanidades.arq.br/2008/10/ebenezer-howard-e-a-cidade-jardim/

21 julho, 2015

Benefícios das atividades físicas ao ar livre e junto à natureza

O esporte, lazer e recreação junto à natureza é coisa séria para todos nós.

Os benefícios das atividades junto à natureza têm papel muito importante na vida das pessoas, principalmente na vida das crianças num mundo cada vez mais digital, em que os celulares e computadores ganham a atenção.
A natureza oferece vários e excelentes serviços a todos nós. Veja alguns bons motivos para você trilhar até, por exemplo, o pico do Morro da Caixa D’Água:

Estimula sentidos
O contato com o verde proporciona melhor desenvolvimento, estimula os sentidos e concretiza as experiências de muitos ensinos teóricos que os jovens recebem na escola. A percepção dos cinco sentidos fica aguçada durante a caminhada a pé pela mata: o tato, o olfato, a visão, o paladar e a audição.

Junta vivência na natureza com conteúdo acadêmico
As escolas são responsáveis por apresentar um conteúdo pedagógico bastante rico aos alunos. As atividades na natureza são complementares – afinal, todas elas estão atreladas a matérias como geografia, física, comunicação e biologia. 
A natureza proporciona a vivência que completa o conteúdo pedagógico em sala de aula, reforçando a compreensão das aulas e ampliando o alcance da educação escolar.

Experiência social e interpessoal
Com as tecnologias digitais, como celulares, computadores, smartphones, as pessoas, especialmente as crianças, estão ficando mais distantes das vivências interpessoais. As atividades na natureza oferecem esta experiência social e comportamental, educando as crianças a respeitarem a si mesmo, ao próximo e à natureza.
Além de proporcionar maior participação na vida em sociedade, atua na harmonização dos “impulsos humanos”, desgastados pela árdua rotina de trabalho ou mesmo pelo esforço em tornar-se sociável.

Experiências em equipe
O trabalho coletivo é muito importante. As atividades de natureza pode trazer esse benefício. Imagine a cena durante uma caminhada, por exemplo: pessoas dando as mãos para subir um trecho do Morro.

Benefício à saúde
Respirar ar puro, se exercitar e ter a sensação de bem-estar fora do asfalto são alguns excelentes motivos para levar as pessoas para a natureza.

Benefício à economia
Na crise como a que estamos passando, não precisamos deixar de se divertir, passear, desestressar para economizar com supérfluos. O passeio junto à natureza é uma opção barata, contribui coma geração de renda e a proteção ambiental, além de promover uma vida mais saudável, com menos gastos com exames e remédios. Além disso, para os sulacapenses, não há o gasto com transporte.

Pequenas e grandes corrupções devem ser combatidas

Pequenas atitudes corruptas no dia a dia validam grandes atitudes corruptas.

Muita gente, com toda razão, é contra as corrupções no governo. Porém, fecham os olhos para as pequenas corrupções do dia a dia, toleram. Para os outros, querem justiça rápida. Para muita gente, sempre há um jeitinho e a expressão "você sabe com quem está falando?" sai da boca dos "espertos".

O motorista é corrupto quando estaciona o carro na calçada. O visitante de um parque ou praça é corrupto quando arrancam plantas e jogam pedras nos animais. O aluno é corrupto quando depreda a parede, porta, bebedouro da escola. O morador é corrupto quando descarta seu móvel velho na beira do rio. 

Assim, há vários tipos de corrupções com que defrontamos. Em geral, as pessoas se preocupam com as grandes corrupções e deixa de lado as pequenas corrupções do dia a dia. 

No entanto, se o objetivo de um bairro (cidade, país) é evoluir rumo à sustentabilidade e ao bem-estar comum, todo e qualquer tipo de corrupção deve ser combatido e condenado, independentemente de sua origem (governo ou cidadão comum, não importa quem seja) ou grandeza (pequeno, médio ou grande, não importa o tamanho da corrupção).

Assuma compromisso com os valores sustentáveis para reduzir os impactos negativos gerados pelas atitudes corruptas.
Os valores sustentáveis devem estar introjetados dentro de nós. O compromisso com os valores fundamentais (como respeito ao próximo, respeito ao meio ambiente e responsabilidade para com todos) pode viabilizar o combate às corrupções a partir de esforços isolados e iniciativas de grande mobilização dos moradores. 
Carro na calçada, por exemplo, demonstra um verdadeiro desrespeito a vida alheia, irresponsabilidade, imprudência, além de uma tremenda falta de educação. Mostra visivelmente a incapacidade de algumas pessoas de obedecer por si só uma das regras mais simples de convivência entre pessoas civilizadas para viver juntas.

Além de abalar relacionamento com vizinhos, as atitudes negativas geram mais injustiça social, mais conflito, mais insegurança na sociedade e, com isso, mais gastos para prevenir e combater as atitudes negativas. Conviver bem depende de nossa atitude como morador. É difícil entender isso!?

Um jeito de começar a mudar é (1) rever ações e identificar fatos positivos e negativos; (2) voltar atrás e reconhecer o erro; e (3) tomar atitudes corretas no dia a dia.

Primeiro grande escândalo do Governo da Guanabara

O escândalo começou quando Lacerda resolveu afastar e suspender um respeitável delegado que agiu contra os negócios dos contraventores em 1961. 
No ano de 1963, Lacerda confessou que recebeu dinheiro de contraventores e se submetido à corrupção e ao suborno. Logo depois da posse Lacerda passou receber quantia gorda do bicho, através da Fundação Otávio Mangabeira, com ajuda do amigo Raul Miranda


O depoimento na comissão policial foi tomado no dia 24/06/1963. O acordo entre o governo Lacerda e banqueiros do jogo-de-bicho foi sacramentado sem nenhum pudor, como dizia os jornais da época. O Lacerda chegou a proibir a repressão contra o jogo de bicho. (Correio da Manhã, 8/11/1964, p. 3).

No dia 1º de agosto de 1963, o governador Lacerda esteve no bairro para inaugurar o Mercado Jardim Sulacap e no mesmo ano inaugurou a Escola Visconde de Porto Seguro. 
Em 1965, no dia da inauguração do Aqueduto do Catonho, Lacerda pediu para que todos se unissem a ele, que os jovens votassem certo para que não se arrependerem depois. Disse ainda que "a última obra que pretendia inaugurar era a posse de um governador honesto e trabalhador".


Carlos Lacerda frequentava o Jardim Sulacap


Carlos Lacerda frequentava muito o bairro, era amigo de Raul Barulho e da “Lacerdinha”.

O governador não vinha ao bairro só para inaugurar alguma coisa. Segundo antiga moradora, que não quis se identificar, Lacerda era muito amigo de Raul Barulho, que além de ser bicheiro (dono da banca) gostava de fazer apontamento de jogo do bicho no mesmo local de sempre.

Com a inauguração de Brasília, nascia o estado da Guanabara. Na primeira eleição estadual, o jornalista Carlos Lacerda sagrou-se governador. Antes de tomar posse como 1º governador da Guanabara, Lacerda realizou uma viagem com a família e um grupo de amigos, entre eles o bicheiro Raul Barulho.

O Carlos Lacerda não saía do Jardim Sulacap, frequentava muito a casa de D. Celina, da Rua Olímpio de Castro, chamada na época até de Lacerdinha. 

Com apenas 18 meses de governo estourou o escândalo de corrupção no primeiro Governo do Estado da Guanabara. Além de amigos, ambos eram sócios.

Raul de Miranda Santos, o Raul Barulho


Raul de Miranda Santos, incorporador de imóveis, também conhecido como bicheiro Raul Barulho ou Capitão Raul, foi dono de parte das terras da Fazenda dos Afonsos. Ele vendeu 6.000.000 m² à Sul América. Outra parte Raul construiu o Jardim Elisa nos anos 50. Era um homem violento, pois sua ficha criminal por motivo de lesões corporais era extensa. Ele não gostava do apelido "Barulho".

Nos anos 60, havia vários indícios de que os bicheiros ajudavam financiar a campanha do Lacerda ao governo da Guanabara. 
Pouco tempo depois da posse de Carlos Lacerda, estourou o escândalo de corrupção do governo. Até então ninguém sabia quem fazia a ligação entre os bicheiros e o governo. Um nome logo surgiu, da intimidade do Palácio da Guanabara, para ligar o primeiro governador da Guanabara aos bicheiros: Raul Barulho, o Mr X da Corrupção.

Decreto nº 50.243 de 8/4/1961 de Jânio Quadros obrigava cada empresa com mais de 100 empregados manter uma escola primária. A  FOM, criada por Lacerda através do decreto nº 294 de 1960, nasceu com propósito de captar recursos financeiros para construir escolas para a nova rede estadual. Quem Lacerda convidou a fundar a FOM? Raul Barulho!

Em junho de 1961, o bicheiro Raul Barulho aparece como elo entre a Fundação Otávio Mangabeira (FOM) e vários contraventores. Vários banqueiros confirmaram doações e quem fazia a ponte era o Raul junto com uma senhora.

A Noite, 28/6/1961. 
Em agosto de 1961, Raul Barulho foi chamado para depor na Comissão de Inquérito criada para apurar ligações entre o jogo do bicho e a FOM. Ele desafiou a Polícia a provar algo que desabonasse sua conduta. 

A Noite, 19/08/1961 (Fonte: http://memoria.bn.br).
Disse que o presidente da FOM, Otávio Borgerth, teve contato com bicheiros e recebia doações deles. Disse também que era amigo de Lacerda desde a juventude. Revelou que recebia doações de várias fontes, inclusive do Jockey Club. Sobre a viagem que fez com o amigo Lacerda a Formosa, disse que gastou 1 milhão e 800 mil cruzeiros com despesas pessoais.





Lavradores da Fazenda dos Afonsos ameaçados de despejo no ano de 1930

Os pequenos lavradores alegavam que as terras da Fazenda dos Afonsos era propriedade da União e não de particular

O fato ocorreu há 85 anos na região. Na terça-feira, 9 de dezembro de 1930, um grupo de lavradores da fazenda dos Afonsos foi ao Ministério  do Trabalho entregar um documento - “memorial” – ao ministro Lindolfo Leopoldo Boeckel Collor (avô do ex-presidente Fernando Collor). O documento tratava da ordem de despejo que receberam. 

O prazo que a Companhia Suburbana de Terrenos e Construção deu para os lavradores saírem era de seis meses e não garantia qualquer tipo de indenização.

Os lavradores alegavam que estavam há muito tempo nas terras da Fazenda dos Afonsos, iriam ficar na miséria e muitos trabalhadores (mais de 1000) iriam  ficar desempregados. O documento frisava que as terras dos Afonsos eram de propriedade da União e não de particular.  Os lavradores esperavam que o poder público tomasse uma providência urgente (Correio da Manhã, 10/12/1930, p. 3.).

20 julho, 2015

OFICINA DE ARTICULAÇÃO COMUNITÁRIA

Que tal fazer a diferença pelo bairro Jardim Sulacap?

Se você já sabe da importância do saneamento ambiental (como o serviço de coleta e tratamento de esgoto) para o bem-estar (físico, mental e social) de todos nós, então ajude-nos a mobilizar mais e mais defensores do bem-estar das pessoas e da natureza!

Como fazer isso? Como começar?

Participando da Oficina de Articulação Comunitária nos dias dias 15, 22 e 29 de agosto de 2015.

O evento faz parte do projeto Encontros para uma Zona Oeste Sustentável. Será realizado pela Foz Águas 5 em parceria com a UNESCO. A JSBS apoia e participará da oficina.

Objetivo: Apresentar aos participantes ferramentas e instrumentos de organização e mobilização comunitária, tendo como prática final a elaboração e a execução de uma campanha local para incentivar a comunidade a se conectar a rede de esgoto.

O participante recebe certificado da UNESCO.

Faça a sua parte. Participe!

Horário: Sábados, 9h às 16 horas.
Dias: 15, 22 e 29 de agosto de 2015.
Local: Estação de Tratamento de Esgoto Constantino Arruda Pessôa – Rua Nazaré, s/nº, Deodoro.
Inscrições gratuitas: Até 5 de agosto para os moradores do Jardim Sulacap.
Faça sua inscrição clicando aqui 
Maiores informações pelo e-mail comunicacao@fozaguas5.com.br
Vagas disponíveis: 25 participantes.

16 julho, 2015

DIA DO HOMEM


Hoje é dia do homem. Parabéns, conserva-te puro.

Muitos homens são indefesos perante as corrupções, sejam grandes ou pequenas do dia-a-dia. Ajude a salvar essa espécie que faz parte da natureza. Seja defensor dessa causa. Você pode fazer a diferença! Faça a sua parte.

A JSBS trabalha por um futuro que mais e mais pessoas vivam em harmonia consigo mesmo, com os outros e com o meio ambiente.

14 julho, 2015

Risco de rompimento de adutora na Alberico Diniz


Em 1963, caso não fosse consertado imediatamente, um vazamento numa das juntas da adutora do Guandu poderia ocasionar um rompimento de consequências trágicas.

Com o rompimento de uma adutora, a população pode sofrer com inundações, mortes, destruição de bens materiais, além de redução e escassez no fornecimento de água.

Na época, os moradores de várias regiões, como Campo Grande, Realengo, Bangu e Méier, sofreram com a paralisação do abastecimento de água para conserto da tubulação.

O local do vazamento da adutora foi na Av. Albérico Diniz, em frente ao nº 1830. Foi feito uma solda por dentro e colocado um cintamento por fora da adutora (Correio da Manhã, 16/5/1963).

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Vários são os motivos que podem gerar rompimento de uma adutora, como: sobrecarga na tubulação, danos provocados por obras, idade avançada das tubulações, má execução do serviço de instalação e manutenção.

Quando acontece de você ver um vazamento de água na rua, qual é a sua atitude?
  1. Não liga, pois acha que o problema não é seu e quem deve resolvê-lo é a CEDAE;
  2. Você entra em contato com o serviço municipal de água, pois está consciente de que o vazamento poderá comprometer o abastecimento de água de todos, mesmo não sendo onde você reside.


13 julho, 2015

Corvo era acusado de acelerar obra do século para se autopromover


O Corvo - apelido que Lacerda recebeu de um jornalista - foi acusado de acelerar a obra da Adutora a fim de “render dividendos eleitorais” (Correio da Manhã, 23/03/1963, p. 6).


No dia da inauguração do Aqueduto do Catonho, em 1965, Lacerda pediu para que todos se unissem a ele, que os jovens votassem certo para não se arrependerem depois e agradeceu os esforços dos trabalhadores da obra. 

Além disso, informou que “a última obra que pretendia inaugurar era a posse de um governador honesto e trabalhador” (AGCRJ). 




11 julho, 2015

Aqueduto do Catonho - a parte visível da "obra do século"


O Aqueduto do Catonho é a parte visível da Adutora Veiga Brito ou Túnel do Lacerda, antes Adutora do Guandu, considerada a “obra do século” e tinha como perspectiva abastecer a população até o ano 2000. 
Correio do Amanhã, 23/3/1963.
Seu percurso tem aproximadamente 34 Km com partes escondidas e outras expostas, iniciando na Elevatória do Lameirão (Santíssimo), cruzando o Jardim Sulacap e outros bairros, até o Jardim Botânico. A Adutora supera os 13,2 Km da Ponte Rio-Niterói.
Das três pontes-canais, a maior é a do Catonho, com 246 metros de extensão e um declive de 0,84 metros. A ponte da Cachoeira tem 164 metros e a do Governo (Realengo) tem 205 de extensão. Após o Catonho, o aqueduto segue em direção a Praça Seca, indo pelo subterrâneo até o Jardim Botânico.

Nos anos 60, os sulacapenses sofriam. Uma bomba d’água foi colocada para abastecer as ruas mais altas. Aliás, não só os moradores do Jardim Sulacap, mas os cariocas em geral sofriam com a falta de água. Fornecimento normal de água era a principal reivindicação. Hoje em dia, 97,33% dos moradores possui serviço de abastecimento de água adequado em Jardim Sulacap, segundo IBGE de 2010

O Corvo, como o governador Carlos Lacerda era chamado por alguns, foi acusado na época de acelerar a obra a fim de “render dividendos eleitorais”. No Jardim Sulacap, o governador inaugurou a "fase terminada da obra” do Aqueduto do Catonho em 1965.


Referências
CORREIO DA MANHÃ. Obra do século. Rio de Janeiro, 1963. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=089842_07&pagfis=90608&pesq=&url=http://memoria.bn.br/docreader#

PASSOS, Carlos Eduardo Lima. Consumo de água e tarifa social em áreas de baixa renda... Dissertação de mestrado. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Departamento de Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro, 2010. Disponível em: http://www.peamb.eng.uerj.br/trabalhosconclusao/2010/CarlosEduardoLimaPassosPEAMB_2010.pdf

10 julho, 2015

Esculacho de Carlos Lacerda na Sul América

Por causa da pavimentação precária, governador esculhambou o representante da empresa em 1963.


No dia 1º de agosto de 1963, na inauguração do mercado (onde hoje fica o Centro Cultural), uma representante da associação de moradores aproveitou uma oportunidade e fez quatro reivindicações ao governador Carlos Lacerda, entre elas a pavimentação das ruas por onde trafegavam os ônibus.  

Depois de falar que o problema seria resolvido, o governador aproveitou que o representante da Sul América estava presente e se dirigiu a ele. Embora tivesse respeito pela obra que a companhia havia feito, Lacerda disse que a empresa "não tinha cumprido com a lei dos loteamentos, fazendo com que os moradores tivessem que conviver com as ruas em estado precário de pavimentação". 

O "que a Sul América tinha feito não era pavimentação, e sim tapeação, para poder inaugurar o bairro", acrescentou o governador Lacerda (Fonte: AGCRJ).




07 julho, 2015

HISTÓRIA - Mobilização em prol do bem comum

No passado, a participação das pessoas nas causas de alto impacto social ajudaram a mudar cursos de situações de riscos e de fraquezas em diferentes áreas da vida.

Mobilização social é essencial para o fortalecimento dos cidadãos (ativos, conscientes e participativos) e para a construção de uma sociedade democrática. O engajamento toma forma quando as pessoas têm seus interesses despertados, se identificam com os valores e práticas e se enxergam como parte de um todo, capazes de mudar certos cursos de situações.

Na região, achamos algumas formas de participação das pessoas em causas de interesse social em diferentes épocas, como:
  • As reuniões secretas dos moradores de cristãos-novos por causa da Inquisição nos anos de 1700 na Fazenda dos Afonsos;
  • A formação do grupo de voluntários da Invernada dos Afonsos em socorro aos moradores afetados pela gripe espanhola em 1918; 
  • A criação da União Beneficente dos Lavradores da Fazenda dos Afonsos em prol de conforto moral e material e para se defender da empresa locadora dos sítios em 1929; 
  • A criação da Associação dos Amigos do Jardim Sulacap para serem atendidos com serviços públicos adequados (como transporte público, abrigo de ônibus, água, limpeza urbana, pavimentação, criação de praças para lazer adequado) em 1958.



06 julho, 2015

A JSBS é apartidária, é contra panelinha. Ela se liga na missão.

Não deixe nada e nem ninguém atrapalhar o nosso relacionamento, lute.

A JSBS é apartidária, é contra panelinha, grupinho, divisão dentro da iniciativa, pois ninguém é maior do que a missão e as causas que defendemos, como a melhoria das condições de mobilidade, qualidade do ar, arborização, geração de emprego e educação para sociedade sustentável.

Ser apartidário não significa ser contra os partidos. Qualquer pessoa com ou sem vínculo com partido é bem-vindo, tem voz e igual importância. Afinal, todos devem se posicionar a respeito de qualquer assunto que afetam a vida, devem opinar e votar. Contudo, ser apartidário também não significa deixar de ir contra atitudes negativas de quem quer que seja.

Os moradores precisam estar unidos para contribuir contra as irresponsabilidades praticadas nas ruas. Contribuir para a prosperidade do bairro, com motivações positivas e ideias inteligentes. Ou seja, devemos ajudar para que todos caminhem rumo à sustentabilidade e ao bem-estar comum.

A JSBS sabe que a formação de panelinhas, “grupinhos” ou partidos dentro da organização pode promover divisão. Pode surgir pessoas querendo usar a iniciativa para vencer eleições. Os esforços para proteger um partido podem ser prejudiciais às causas que defendemos.


O que fazemos?

O que temos que fazer é se manter no caminho da verdade dos fatos, agir contra as atitudes negativas, ajudando a promover a responsabilidade social, o respeito às pessoas e ao meio ambiente.

Acreditamos que devemos tomar cuidado de concentrar nossa energia na missão e nas causas que defendemos e não em pessoas, com ou sem partido. Melhor assim: ligado na missão!


JSBS: Services linked to the mission!

04 julho, 2015

Economia - Comerciantes exploradores

Há 58 anos| Açougueiro explorador

Uma sociedade sustentável deve conhecer a história da sua região, conhecer as potencialidades e as fraquezas do bairro onde vive, convive e se move.

Os crimes contra a economia popular, no País, estão previstos na Lei nº 1.521/51 e referem-se a práticas que ferem a livre concorrência ou que visem à formação de cartéis, oligopólios ou monopólios e à manipulação de preço e de tendências do mercado.

Em 1957, havia pouquíssimas lojas no novo bairro. Longe dos grandes centros comerciais, os comerciantes locais vendiam suas mercadorias bem mais caras do que outros lugares. Mas, o que chamou muito atenção foi o único açougue do bairro.
Além de lesar os clientes no peso das carnes, o "açougueiro explorador" vendia tudo bem mais caro. Por isso, o açougueiro foi detido por crime contra a economia dos primeiros moradores. 


O açougueiro explorador era reincidente no crime, ou seja, não tomava emenda, segundo o Jornal Correio da Manhã.

Hoje em dia, o bairro possui muito mais lojas. Porém, não significa que os moradores estão livres das mãos de "alguns exploradores". Temos que ficar atento e usar o Código de Defesa do Consumidor quando for necessário, visando proteger não só o bolso, mas também a saúde e a qualidade de vida. 
A dica é ficar atento a informações em letras menores nos cartazes, produtos sem etiquetas de preço, vencidos, sem informação de datas de validade e mal acondicionados nas prateleiras e gôndolas.

Quem somos

Perfil dos moradores


O sulacapense é um grupo de carioca que gosta de tranquilidade, tem um carinho pelo seu bairro e tem por tradição a luta em defesa da melhoria do bairro.  Não é à toa que o sulacapense reclama logo com som alto em praças. 


A definição do bairro é bem precisa. Os dados e as informações a seguir se referem aos limites oficiais do Jardim Sulacap (Decreto n° 3.158, 23/7/1981), que possui 7,86 Km² de área total, mas só 1,92 Km² de área urbanizada (7,86 km2 menos as áreas verdes de usos esporádicos).
Os dados do Censo IBGE e de outras fontes ajudam a traçar o perfil sulacapense.   

Somos a comunidade que continua defendendo o Jardim Sulacap
Jornal do Brasil, 24/11/1987. 
O carioca sulacapense tem um modo de vida tranquilo ligado à natureza ao redor de suas casas, conhecem os desafios encontrados e enfrentados na realidade social e cotidiana onde vivem. O modo de vida do sulacapense não nasceu hoje.
A comunidade sulacapense tem um histórico de luta na defesa de um bairro verde, limpo, saudável, bonito, tranquilo e que protege os animais, visando a qualidade de vida e bem-estar para todos.
As coisas não acontecem por mágica. Muitas coisas boas aconteceram por causa de pessoas que souberam trabalhar juntos. A primeira associação de moradores nasceu em 1958, de lá pra cá teve outras, e hoje a atual busca torna o bairro mais sustentável.

Evolução da população
1980 – 9.561
1990 – 9.473
2000 – 11.221
2010 – 13.062

Densidade populacional
Ainda que em crescimento, o bairro tem baixa densidade. O território onde atuamos a densidade girava entorno de 7 hab/km² em 2010, considerando a área total do bairro. Considerando 13.062 moradores e a área de 1,925 km², a densidade residencial bruta (excluíndo o Parque da Pedra Branca e sua zona protetora) é de 1,659 hab/km².

IDH
Numa escala de 0 a 1, tem Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) alto, de 0,944, com a área longevidade indicando 0,888; educação 0,989; e renda 0,957 (Wikipédia). Se fosse um país, o bairro teria um IDH comparado ao da Suíça.
Já o IDHM - Índice de Desenvolvimento Humano do Município apontou índice de 0,889 (ATLAS, 2010), comparado com o da República Checa.
No entanto, apesar do IDH alto, é perverso falar que está indo tudo bem quando há pobreza e desigualdade, quando a vida não é levada com facilidade até o fim de cada mês. E essa é a situação de muitos sulacapenses.

Economia (renda)
Dentro do Jardim Sulacap, como em qualquer outro lugar do planeta, uma questão muito importante para os grupos que trabalham com a transição para a sustentabilidade é: como as pessoas sequer podem começar a pensar em construir resiliência contra os impactos futuros das alterações climáticas, por exemplo, se as suas necessidades básicas (alimento, lazer, segurança, vida comunitária, compreensão, identidade, etc.) não estão sendo satisfeitas aqui e agora?
Do total de 11.706 sulacapenses, com mais de 10 anos, 879 (7,51%) viviam com menos de um salário mínimo e 4.106 pessoas (35,08%) viviam sem renda. O salário mínimo era R$ 510,00, segundo o IBGE de 2010.
A metade dos sulacapenses vivia com renda inferior a R$ 800,00. Sulacapenses que viviam com menos de três salários mínimos (R$ 1.530,00) eram 7.569 (64,65% dos sulacapenses com mais de 10 anos). Pessoas com mais de 18 anos que viviam com até um salário mínimo eram 1.821 (13,94% da população) (IBGE, 2010).
Dos 7.600 moradores com renda, 35,91% da população vivia com renda abaixo do salário mínimo suficiente para sustentar uma família (IBGE, 2010).
Em 2010, segundo o DIEESE, o valor cesta básica ficou em R$ 242,67 no Rio. O salário mínimo suficiente para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 2.227,53, o que era 4,37 vezes o mínimo na época, de R$ 510,00. Em 2018, o salário mínimo era R$ 954,00 e o suficiente para se sustentar era R$ 3.960,57 em dezembro.  

Conhecimento e sensibilidade
O equilíbrio entre razão (cabeça), sensibilidade (coração) e ação com base no que vê, ouve, lê e sente é o caminho mais adequado para criar relacionamentos com todos os seres vivos que fazem parte da comunidade de vida.
Conhecer o bairro, as suas fragilidades e potencialidades, ajuda, mas ter posse das melhores informações e evidências não significa que todas as pessoas estão sensíveis diante da degradação da vida.
O Jardim é atendido por várias escolas particulares, três escolas públicas municipais, uma universidade e 99,14% dos sulacapenses estavam alfabetizados em 2010. Analfabetos sem renda eram 43 pessoas (IBGE). O índice de acesso ao conhecimento é alto.
Porém, uma pesquisa de 2013 detectou que, ao redor da APA do Morro do Cachambi, um grupo de sulacapenses tinha consciência ambiental, mas isso não significava que todas as pessoas desse grupo se sentiam responsáveis para colaborar, direta ou indiretamente, em ações para melhorar a área onde vivem (CORDEIRO, 2013).
Portanto, o trabalho para sensibilizar as pessoas, principalmente as crianças, sobre os assuntos de interesse da comunidade, importa à comunidade sulacapense.

Idades 
A inclusão das idades está no nosso coração. Ao propor ou defender um projeto prático temos também o cuidado para não excluir as pessoas que tendem a ter menos poder ou privilégios na comunidade.
No bairro, 16,97% da população tinha menos de 11 anos; adolescentes (12 a 18 anos) era 9,87% em 2010; jovens entre 19 e 24 anos era 7,84% da população; entre 30 e 64 anos era 50,61% da população; e sulacapenses com mais de 65 anos eram 10,45% (IBGE).

Diversidade
Diversidade de cor, idades e gerações, trazendo ao bairro uma riqueza de ideias, necessidades e interesses, que geram inovação.
No Jardim Sulacap, há cinco gerações de culturas diferentes vivendo juntas, dividindo a mesma área urbana de 1,925 km². A cor da cultura abrange cinco tons: população que se dizia branca era 47,73%; parda era 43,13%; preta era 7,61%; 1,09% amarela; e 0,43% era indígena (IBGE, 2010).
Considerando dados do IBGE de 2010 e estudos das gerações:
  • Geração Z (nascidas entre 1995-2010) era 18,70% da população. 
  • Geração X (1960-1980) representava 24,92% dos sulacapenses. 
A geração X é aquela que vai atrás do conhecimento. Apresenta conhecimento embasado e mais aprofundado sobre temas, o que reflete positivamente na hora de elaborar uma apresentação. Tem interesse em trabalhar com liberdade, flexibilidade e criatividade do que somente por dinheiro. Segundo pesquisa, a geração Z quer mais ações para um futuro sustentável. Ela não tem medo de mudança. 
“Laços fracos”
O grande problema dessa geração está relacionado à interação social, pois vive mais isolado, mas com sua leitura sustentável pode ser útil nas transformações que o bairro precisa. 
Não temos dúvida que a geração Z possua grandes e importantes habilidades tecnológicas, mas, conforme especialistas e concordamos, as pessoas Z tendem ao individualismo, dificuldade de se estabelecer vínculos com outras pessoas.
Ou seja, temos provavelmente mais de 18% da população com grande dificuldade de ajudar a cocriar relacionamentos confiáveis, dedicados e compassivos, necessários para que seja possível tomar decisões com eficácia, realizar reuniões e eventos revigorantes e bem-sucedidos, evitar o esgotamento, navegar pelos conflitos de maneira saudável e manter os membros do grupo a longo prazo.

Isto é uma questão fundamental prioritária para o Jardim Sulacap. Pois, para que quaisquer projetos comunitários sejam bem-sucedidos, é fundamental que exista um grupo saudável.

Posições ideológicas: o perfil (atual) conservador do sulacapense

O sulacapense é mais conservador, menos radical e menos ainda moderador. Pelo menos, é o que parece na hora de votar. Dentro do conjunto de alternativas disponíveis, as escolhas são feitas e o posicionamento aparece. A evidência de que o sulacapense tende a ser mais conservador vem da pesquisa realizada em em 2014 e 2018 (Madruga).

Fontes

CORDEIRO, Isabelle da Rocha Silva; TINOCO, Bruno Roberto Batista; e SILVA, Fernanda Avelino Capistrano da. Percepção dos moradores do entorno da APA do Morro do Cachambi, Jardim Sulacap, Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Ciência Atual, 2013. Disponível em http://inseer.ibict.br/cafsj/index.php/cafsj/article/view/9/pdf.  Último acesso em: 16/04/2019.

Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Pesquisa nacional da Cesta Básica de Alimentos. Disponível em: https://www.dieese.org.br/analisecestabasica/salarioMinimo.html. Acesso em: 16/04/2019.
MADRUGA, Alexandre. Votação de Jardim Sulacap e Campos dos Afonsos 2018. Sulacap News, 11/10/2018.
MADRUGA, Alexandre. Votação de Jardim Sulacap e Campos dos Afonsos 2014. Sulacap News, 7/10/2014.

https://escoladainteligencia.com.br/caracteristicas-da-geracao-z-e-as-suas-influencias-em-sala-de-aula/
http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/Artigo/9251/a-geracao-z-e-a-sustentabilidade.html
https://www.oficinadanet.com.br/post/13498-quais-as-diferencas-entre-as-geracoes-x-y-e-z-e-como-administrar-os-conflitos
https://exame.abril.com.br/negocios/releases/a-geracao-z-quer-mais-acao-para-um-futuro-sustentavel-revela-a-pesquisa-global-da-masdar/

Wikipedia.https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_bairros_do_Rio_de_Janeiro_por_IDH